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Problemas na saúde física: Insônia, dificuldade para pegar no sono, problemas alimentares, gastrite, pressão alta, dores de cabeça são alguns dos sintomas frequentemente relatados por quem está desempregado e percebe que as contas estão atrasando e a fatura do cartão está perto de vencer. Essas preocupações acionam nosso cérebro, que automaticamente despeja na nossa corrente sanguínea hormônios e substâncias prejudiciais para nosso organismo. Dormir mal acaba agravando isso e tudo se torna uma bola de neve. Problemas de relacionamento: Ter que pagar suas próprias contas e muitas vezes sustentar uma família é a realidade de quase todos os brasileiros adultos. Logo, não ter uma fonte de renda pode modificar a dinâmica familiar e criar uma dependência financeira momentânea de pai/mãe, cônjuge ou outro familiar. Essas modificações, mesmo que temporárias, podem gerar discussões e por isso é necessário muito diálogo, trabalho em equipe (no caso em família) e criatividade para encontrar formas de se organizar financeiramente nesse período. Problemas de autoestima: Sabe-se que o trabalho tem um papel fundamental. Todo ser humano gosta de ser valorizado por algo que faz ou se sente feliz por receber uma recompensa do seu trabalho. Quem nunca ouviu alguém se apresentar falando: “Sou o fulano da empresa tal”? O trabalho se torna parte da identidade e por isso o desemprego afeta diretamente a autoestima. Além disso, o trabalho é uma forma de socialização, onde fizemos amigos e desenvolvemos relacionamentos. Muitas vezes depender financeiramente de alguém pode ser algo extremamente difícil, principalmente quando se tem o papel de provedor (a) do lar. Problemas na saúde psíquica: Aqui é possível perceber vários problemas como depressão e ansiedade generalizada. O desemprego muda toda a rotina e isso pode fazer com que você sinta menos disposição, tenha vontade de ficar isolado, tenha pensamentos ruins com frequência, fique muito irritado, ansioso, com medo ou não consiga investir em atividades de lazer. Tudo isso pode ser momentâneo, porém a saúde psíquica é essencial e deve receber muita atenção. Se precisar, busque ajuda. Restrição de crédito: O endividamento pode causar restrições de crédito em alguns estabelecimentos comerciais, bancos e outras instituições, provocando situações constrangedoras e o impedimento de comprar ou usufruir de algum serviço. Recorrer a cheque especial ou outras formas de empréstimo consignado podem resolver momentaneamente o seu problema, mas devido as taxas de juro e taxas administrativas elevadas podem causar grandes problemas no futuro. Esteja atento!

Por isso, se você está desempregado, seguem algumas dicas:

- Desemprego é situação momentânea 

- Busque ajuda médica ou psicológica se encontrar dificuldades

- Crie uma rotina. Existem atividades gratuitas que podem te fazer sentir melhor

- Busque companhia de amigos e familiares para ajudar nesse momento difícil

- Aposte em meditação ou relaxamento para aliviar estresse e ansiedade

- Venda coisas que estão paradas em casa ou crie fontes alternativas de renda

- Não espere o seguro desemprego acabar para começar a procurar emprego

- Renegocie dívidas e corte gastos

- Tenha registro de suas despesas

- Cuide com juros de cheque especial e empréstimos consignados